quinta-feira, 12 de novembro de 2020

chuva, sonho e bolo de aipim

 Tarde nublada querendo chover sobre nossa preguiça de criar um blogue

eu só quero tomar um café

um café bem quente com pão na chapa

abri minha porta e vi uma chuva imensa comendo meu pão na chapa

tomando um chocolate quente vendo um filme que agrada a gente

na janela via duas mulheres conversando com suas sombrinha coloridas

e depois ler um livro que está há um tempo esperando na estante

depois que saí fui jogar free fire

surge um pássaro em minha janela cantarolando gritos altos com medo da chuva

em um belo café da tarde com biscoitos

depois minha vó veio me visitar com um bolo de aipim que acabou de sair do forno

ver uma série, jogar video game. 

depois de tudo isso, a chuva parou, fui dormir.

pena que eu não gosto de bolo, mas  acho que sonhei com bolo de aipim e com pássaro gritando na janela.

no dia seguinte não sabia o que era real ou sonho.


Texto criado coletivamente por alunos do 7º ano do colégio CEDS SERELEPE de Cachoeira Paulista






sexta-feira, 22 de março de 2019

Poesia é isso

Então poesia é isso?
Uma chuva fria uma angústia
Uma vontade de silêncio e solidão?

quarta-feira, 20 de março de 2019

Tempo ruim

Fazia tempo
Tempo ruim
Dia cinza
Anúncio de noite
Gélida
Sem luz
E solitária.
Noite em que até os lobos dormem
Ou se perdem entre o breu e o frio.
Fazia tempo que não me via.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Prestigie

Confira o Tweet de @acontecencia: https://twitter.com/acontecencia/status/827466345990221825?s=09

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

http://www.editorapenalux.com.br/loja/popup_image.php?pID=503

domingo, 20 de novembro de 2016

terça-feira, 29 de março de 2016

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

"Livro de Cachoeirense é adotado por escola Cachoeirense! por Felipe Capucho, publicado inicialmente no site do PSOL

O Psol de Cachoeira Paulista recebe com muita alegria a notícia de que a Instituição de Ensino de “ CED-Serelepe” adotou, para as crianças da 6° série, o livro do escritor cachoeirense Jurandir Rodrigues “ Fábulas de Bolso”.
Entendemos tal adoção como uma ação afirmativa da Instituição em favor da valorização cultural cachoeirense, através da valorização dos cachoeirenses.
Abaixo segue a primeira resenha do livro, feita um dia depois de seu lançamento no Centro Cultural de Cachoeira Paulista, em evento promovido pela ACLA – Academia Cachoeirense de Letras e Artes, em 7 de junho de 2015.
"Ontem de fato aconteceu o lançamento de Fábulas de bolso. E a reflexão sobre a escrita...
Leitores lêem escritos de escritores. Que podem estar empoeirado na estante de um sebo, real ou virtual, como podem estar colorido, como em um lançamento, nesse tempo, na cidade, de estórias inventadas no hoje.
Em essência livros são confabulações de idéias. Reinventando as interpretações e angústias do ser, enquanto corpo animado.
Portanto livros são lições. Sempre sobre a moral, posto que pessoal, de cada um.
Daí se falar em redundância no termo lição de moral. Afinal, quem dá de alimento para a cobra, condena à pena capital o pobre do rato. Moral ou sujo da negação da moral conhecida como imoral?
Em fábulas, de bolso ou não, o convite a reflexão é escancarado, abrindo-se o mundo animal para julgamento: temos o canto da liberdade, quando se foge da arapuca...a lição de força do Urso ante o garnizé...a força natural do porco espinho num retrato do Gavião, passo precipitado na língua do fogo...a temática da amizade no canto do Bem te vi, a vida do outro lado do portão.
E a única personagem do bicho homem: a senhora de cabelos brancos e seu sonho de margens calmas e afáveis, dos dois lados do Rio.
Fábulas de bolso extravasa o interesse local para ocupar as leituras do hoje e seu devenir.
Saudações ao escritor do meu tempo, amigo e Tio Jurandir Rodrigues, autor do inestimável “Fábulas de Bolso”."

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

JANEIRO



O vento na janela a cortina transparente esvoaçante
O fruto maduro que cai o amor nos intervalos
O cabelo que embranquece que rareia
A inflexibilidade da meia idade das discussões por nada
Do amor nos intervalos
O vento a cortina transparente o amor esvoaçante.


Primeiro poema de 2016 
6 de janeiro

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

terça-feira, 11 de agosto de 2015

O Artefato Sagrado




Cheio de aventura e mistério. Personagens em busca do sagrado, heróis em uma jornada como os grandes da história da literatura. Amor, porque ninguém é de ferro, lutas com monstros e vilões sem escrúpulos em uma narrativa ágil.

http://www.saraiva.com.br/o-artefato-sagrado-9002547.html

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Só quero estar aqui Pra Lu, seus olhos seus dedos e seu jeito



Só tem sido fácil porque você está sempre aqui
Do meu lado, do seu jeito, do meu jeito
sempre ao alcance dos meus dedos
Só cheguei aqui porque me fez do seu jeito
do meu jeito
Ao alcance dos seus olhos e dedos.
Não quero estar em outro lugar
Longe do seu cheiro, dos seus olhos

Do seu jeito.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

MUDANÇA

Já alimentei os cães. Agora posso esperar tranquilo que a chuva passe para que venha. Já chove há quatro dias. Há quatro dias espero. Parece que vem uma estiagem. Talvez assim compareça. Talvez venha para devolver o que há tempos me roubara. Talvez não a reconheça. Deve vir ao anoitecer quando eu achar que você que desistira de mim. Venha. Isso aqui não me pertence mais, não pertenço mais a esse lugar. Chegou a estiagem, sinto que está chegando.