Escrever me define o que sou, quem sou, e o que vejo do que outros são.
Escrever dói, arranha, anima, ânima.
Alma, blues, "todo amor que houver nessa vida"
Escrever me salva de mim mesmo.
Blogue de poesia, pequenas observações cotidianas. Comentários de livros, filmes, discos ou letras de música.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
DA JANELA texto e foto Jurandir Rodrigues
Da janela eu vejo
ele escorre lento
esbarrando liso, calmo
trafegando seguro
em busca de tudo
tudo que vê pelo tudo.
Da janela eu vejo...
terça-feira, 21 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
não sei nada azul
“Eu não sei se vem de Deus do céu ficar azul”
Eu não sei se vem do azul de Deus ficar por aqui.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
necessidades
Cigarro queimando, corroendo o que resta de solidão e melancolia.
Bebida forte, sem gelo, aquecendo o tédio e a angústia.
Um blues, agoniado, ritmando a aflição e o tormento.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
LAPSOS E TESSITURAS
No dia 11 de junho será a noite de autógrafos de meu livro "Lapsos e tessituras". Depois de praticamente um ano e meio de lançar Acontecência, acontece esse livro de contos. Com menos de uma semana antes do seu lançamento, me bate aquela insegurança: "será que os contos são bons, será que não deveria re-escrevê-los? Será...um monte de será. Ainda mais lendo "Terra de histórias" de Carlos Varella, lançado há um mês. Carlos Varella é contista de verdade. Contista com conhecimento da palavra, dono do seu ofício. Capaz da criação de contos "sobrenaturais", contos de amor, eróticos, históricos; com sua arma letal e viva: a ironia, o sarro inteligente, o sarcasmo rasgante. Contista que passeia por vários gêneros e estilos, com a mesma qualidade literária. Espero que eu tenha aprendido com a leitura da obra de Carlos Varella e que um pouco desse aprendizado esteja em "LAPSOS E TESSITURAS".
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